29/01/2016

As emoções do audiovisual

Já pensou em relembrar as emoções da sua infância através de um aroma? É exatamente isso que a marca de borrifadores aromáticos Glade lançou em Nova York. O Museu das Emoções, como foi chamada a exposição, reúne em diversos espaços cheiros e sensações para viajar nas emoções, sejam elas otimistas, alegres, animadas, calmas ou revigoradas. 

 

Durante a exposição os visitantes passam por diferentes salas, onde experimentam sensações através do cheiro, da visão e do tato. Além disso, no final da visita a Glade providenciou uma câmera que, ao tirar uma foto do visitante, consegue identificar qual seu sentimento ao deixar a exposição. 

 

Agora imagine como nossos sentidos foram milimetricamente preparados para receber todos os tipos de emoções. Duvida disso? Então me responda: quem não chorou no final do filme Marley e Eu? Ou teve raiva do vilão Gaston na animação A Bela e a Fera? Ou viveu momentos apreensivos ao acompanhar as perseguições da série Orphan Black? 

 

O audiovisual nos coloca em contato com as emoções a todo o tempo. E isso acontece porque nossos sentidos estão preparados para criar sensações quando expostos a novos estímulos. 

 

Outro exemplo que desperta a emoção dos fãs é o som do sabre de luz de Star Wars, criado pelo técnico de som Ben Burtt no primeiro filme. Ao ouvir o barulho de um velho projetor em marcha lenta, ele sentiu que era o som perfeito, dizendo que era “musical, de certa forma. Provavelmente é esse o som de um sabre de luz.”, pensou. Burtt queria outro elemento que foi criado acidentalmente através de feedback eletrônico.

 

UÓÓUN UÓÓUNN *Eis que nasce o tão conhecido som de um sabre de luz*

 

E é incrível que até quem não tenha assistido aos filmes de George Lucas consiga reconhecer este som. Que nossos sentidos possam continuar sendo expostos aos áudios, imagens, cheiros e sensações! 



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